Once upon a time there was a young man whose life was changed by Generali.

Rogerio Dias from Generali SegurosS.A.
Passionate about sports, he dreamed of becoming a physical education teacher one day. He participated in the national triple jump championships, played soccer and ran 1,500 meter races and even marathons, while earning some money teaching sports and doing modeling passes.

But at age 18 the opportunity for an interview at Generali arises. I wonder what moved him to cut his long hair and exchange his sportswear for his first suit, because of an internship opportunity in an industry unattractive to a young man? The curiosity, the challenge, and the opportunity to step outside your comfort zone.


From the freedom of the athletic track to the rigor of an office.

In March 1990 he left the touches on the soccer ball to learn to use all his fingers on the AZERTY and QWERTY typewriters and the first PC's coming into the company.

He was won over by the importance of the "human touch": the initial empathy with the HR manager, the excellent welcome, the diverse environment with people of different nationalities, and the high standards already geared towards customer satisfaction.

One of the first tasks that soon made him uneasy: organizing in alphabetical order the incoming mail notices? There should be mechanisms in place to facilitate that unproductive manual operation. This search for simplification and innovation has guided its path, always seeking to contribute to process optimization.


Generali, 3. Sports, 0.

In 1992, he was challenged by the claims director for a change. Curious, for an area where you can read the general conditions of the policies of the various branches, which was fantastic to understand the whole business, at a time when the Generali Group acquires the Vitali Group and the impact of a first integration was felt.

Realizing the potential of this growth, with the support of the Company and with the status of student worker, he bet on a degree in Management, at a time when the insurance industry had a very small percentage of graduates.

Then came the challenge of creating Generali's central claims platform at Europ Assistance, where he moved on to train claims handlers in the various branches. Today, with a different scale and evolution, EA's claims handling platform is still based on this important origin.


Commitment to innovation and growth opportunities.


Also in the 1990s, remote inspections were launched, using the newly arrived electronic mail and the primitive digital cameras, allowing a desk control expert to ascertain the damage to a vehicle without traveling.

Reducing the average processing time was already part of the organisation's objectives, allowing for a reduction in costs and an improvement in customer satisfaction. Electronic mail in Portugal predated the Internet, which only became democratised in the second half of the 1990s.

With an increasingly strong sense of belonging, he was turning down opportunities in other companies. The retention program already existed, even without much formalization: an organization that offers constant opportunities and truly integrates the employee into a team and a strategy, so that he or she feels integrated and compensated. Even within the same management, he was always doing different things, entering new projects, always questioning the business as usual and the existing old processes.


The dreams shielded by confidence in the solidity of our Group.


Already 5 years in the business and 23 years old, he had other dreams: a bank loan for a house for his future family, while finishing his management course and hitchhiking on his black Honda VFR 800 fi, the only way to get to all his appointments on time. Distance learning was not yet a reality, otherwise it would have saved him a few speeding tickets.

At the age of 30, during a visit by the Chief Administrator to the Claims Department, he was invited to join the Sales Department as Commercial Director North, embarking on a journey that involved less reading of general conditions and more interpersonal relationships, building a new network of agents and friendships that still exist today, becoming Commercial Director of the company.

He then went on to do a postgraduate degree in sales and a master's degree in marketing at the ISCTE, with a thesis on "multi-access in insurance activity", leaving behind the sports degree he had always wanted. None of us will have said "I want to work in an insurance company when I grow up" when we were children, but we all want to have the personal and academic qualifications to perform at our best in the professional field in which we are integrated.

The partner for life that has accompanied more than 30 years of my journey.

Finally, speaking now in the first person, I am obviously very grateful to the company for this progression and all the training opportunities, from the Global Leadership Series, with passage in prestigious universities such as IMD in Lausanne, to other international initiatives in the areas of leadership, organizational culture and D&I. A word of appreciation also to all my leaders and teams I led, without whom the career progression would have been impossible at all.

I would also like to emphasise the learning experience of travelling with agents and other professional travels in international programmes, with highly competent colleagues who develop their function with dignity in Portugal and in the different regions, where it was possible to get to know the world from Argentina to Mozambique, from Dubai to Hong Kong, from the USA to Russia, as well as 6 of the 7 Wonders of the World. For the curious, only Chichén Itzá in Mexico is missing.

It is with great pride that I celebrate over 30 years of this path together, prepared for the era of fully remote work and the new challenges of an uncertain and very challenging future.

From aspiring PE teacher, to northern commercial director, national director of agent sales, chief commercial officer, general manager, deputy CEO and current CDO of Tranquilidade-Grupo Generali, to father of a family with 4 beautiful children, I can say that more than a slogan, Generali was truly a partner for life.

Era uma vez um jovem a quem a Generali mudou a vida.

Apaixonado por desporto, sonhava um dia ser professor de Educação Física. Participava nos campeonatos nacionais de triplo salto, jogava futebol e corria provas de 1.500 metros e até maratonas, enquanto ganhava algum dinheiro a dar aulas de desporto e a fazer passagens de modelos.

Mas aos 18 anos surge a oportunidade de uma entrevista na Generali. O que o terá movido a cortar o cabelo comprido e trocar a roupa desportiva pelo seu primeiro fato, por causa de uma oportunidade de estágio num sector pouco atrativo para um jovem? A curiosidade, o desafio e a oportunidade de sair da sua área de conforto.

Da liberdade das pistas de atletismo para o rigor de um escritório.

Em março de 1990 deixou os toques na bola de futebol para aprender a usar todos os dedos nas máquinas de escrever AZERTY e QWERTY e nos primeiros PC’s que chegavam à empresa.

Foi conquistado pela importância do “human touch”: pela empatia inicial com o diretor de RH, pelo acolhimento excelente, pelo ambiente diverso, com pessoas de várias nacionalidades e pela exigência máxima, já com o foco na satisfação do cliente.

Uma das primeiras tarefas que logo o inquietaram: organizar por ordem alfabética os avisos de receção dos correios? Deveriam existir mecanismos que facilitassem aquela operação manual e nada produtiva. Esta procura da simplificação e da inovação pautou o seu percurso, procurando sempre contribuir para a otimização de processos.

Generali, 3. Desporto, 0.

Em 1992, foi desafiado pelo diretor de sinistros para uma mudança. Curioso, para uma área onde se leem as condições gerais das apólices dos vários ramos, o que foi fantástico para perceber todo o negócio, numa altura em que o Grupo Generali adquire o Grupo Vitalício e se fez sentir o impacto de uma primeira integração.

Percebendo o potencial deste crescimento, com o apoio da Companhia e com o estatuto de trabalhador-estudante, apostou na licenciatura em Gestão, numa altura em que o setor segurador contava com uma percentagem muito reduzida de licenciados.

Surge então o desafio de criar a plataforma central de sinistros da Generali na Europ Assistance, para onde transitou para formar os operadores a regularizarem sinistros dos vários ramos. Ainda hoje, com outra escala e evolução, a plataforma da EA de regularização de sinistros se baseia nesta importante origem.

Compromisso com a inovação e com as oportunidades de crescimento.

Ainda na década de 90, foram lançadas as teleperitagens, através do recém-chegado correio eletrónico e das primitivas máquinas fotográficas digitais, permitindo que sem deslocações, um perito em desk control pudesse apurar os danos de uma viatura.

A redução dos tempos médios de regularização, que permitia a redução de custos e a melhoria da experiência dos clientes, já fazia parte dos objetivos da organização. O correio eletrónico em Portugal surgiu antes da Internet, a qual se democratizou apenas a partir da segunda metade da década de 90.

Com um sentimento de pertença cada vez mais forte, foi recusando oportunidades noutras empresas. O programa de retenção já existia, mesmo sem grande formalização: uma organização que oferece oportunidades constantes e que integra verdadeiramente o colaborador numa equipa e numa estratégia, para que se sinta integrado e compensado. Mesmo dentro da mesma direção, foi sempre fazendo coisas diferentes, entrando em novos projetos, questionando sempre o business as usual e os processos antigos existentes.

Os sonhos escudados pela confiança na solidez do nosso Grupo.

Já com 5 anos de empresa e 23 anos de idade, permitiu-se colocar outros sonhos em prática: um empréstimo bancário para a moradia da futura família, enquanto terminava o curso de Gestão à boleia da Honda VFR 800 fi preta, a única forma de ser pontual em todos os compromissos. As aulas remotas ainda não eram uma realidade, senão ter-lhe-iam poupado algumas multas de excesso de velocidade.

Aos 30 anos, durante uma visita do administrador delegado à direção de sinistros, é desafiado a integrar a distribuição, como diretor comercial norte, começando uma jornada com menos leitura de condições gerais e mais de relação interpessoal, contruindo uma nova rede de agentes e amizades que ainda hoje persistem, tornando-se o diretor comercial da companhia.

Mais tarde apostou na pós-graduação em Sales e no mestrado em Marketing no ISCTE, com tese sobre “o multi-acesso na atividade seguradora”, ficando definitivamente para trás a licenciatura em desporto tão desejada. Nenhum de nós em criança terá dito que “quando for grande quero trabalhar numa seguradora”, mas todos procuramos ter as habilitações pessoais e académicas para alcançar a melhor performance possível na área profissional onde nos integramos.

O parceiro para a vida que acompanhou mais de 30 anos do meu percurso.

Enfim, falando agora na primeira pessoa, estou obviamente muito grato à companhia por esta progressão e todas as oportunidades de formação, desde o Global Leadership Series, com passagem em universidades de prestigio como o IMD em Lausanne, a outras iniciativas internacionais nas vertentes de liderança, cultura organizacional e D&I. Uma palavra de apreço também para todos os meus lideres e equipas que liderei, sem as quais a progressão na carreira teria sido de todo impossível.

Destaco ainda as aprendizagens em viagens com agentes e outras deslocações profissionais em programas internacionais, com colegas de grande competência que dignamente desenvolvem a sua função em Portugal e nas várias geografias, onde foi possível conhecer o mundo da Argentina a Moçambique, do Dubai a Hong Kong, dos USA à Rússia, para além de 6 das 7 maravilhas do mundo. Para os curiosos, falta apenas Chichén Itzá no México.

É com grande orgulho que celebro mais de 30 anos deste caminho juntos, preparado para a era do fully remote work e para os novos desafios de um futuro incerto e muito desafiante.

De aspirante a professor de Educação Física, a diretor comercial norte, diretor nacional de vendas agentes, chief commercial officer, general manager, deputy CEO e atual CDO da Tranquilidade-Grupo Generali, a pai de família com 4 lindos filhos, posso afirmar que mais do que um slogan, a Generali foi verdadeiramente um parceiro para a vida.